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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Delcídio lidera em MS 'omitindo' o PT

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Petista é candidato ao governo do Mato Grosso do Sul omitindo as cores do partido

Publicação: 26/09/2014 09:19 Atualização: 26/09/2014 09:33

São Paulo - Líder nas pesquisas para governador em Mato Grosso do Sul, o senador Delcídio Amaral (PT) omite as cores do PT no horário eleitoral e nas principais peças da campanha. O candidato construiu uma aliança com 12 partidos em um Estado no qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff nunca foram os mais votados ao Planalto.

Na TV e nos panfletos, a candidatura de Delcídio foge do vermelho e adota o azul e o verde, presentes na bandeira do Estado. “Fazemos campanha olhando identidade programática de outros partidos da nossa chapa. O material impresso do PT é vermelho, mas o do PR é azul e do PV, verde”, justifica o candidato.

Delcídio não é um petista de longa data - filiou-se em 2001, a convite do então governador Zeca do PT - nem tem história no sindicalismo como o anfitrião no partido. O senador afirma que nunca se filiou a outros partidos - ele chegou a assinar ficha de filiação ao PSDB, mas seu ingresso não foi homologado. Delcídio ocupou cargos em estatais no governo Fernando Henrique Cardoso, depois de ser ministro de Minas e Energia na reta final da gestão Itamar Franco.

Os adversários de Delcídio aproveitam para criticar o candidato do PT por “esconder” seu partido. “Ele reciclou as cores e não tem falado sobre o partido na TV. Não sei se está envergonhado”, provoca o deputado Reinaldo Azambuja, que disputa o governo pelo PSDB. Zeca do PT, que levou Delcídio ao partido, hoje é candidato a deputado federal. Ele não aparece no programa eleitoral fora do espaço destinado aos candidatos a uma vaga na Câmara.

Para vice, Delcídio escolheu uma figura controvertida em Mato Grosso do Sul, o deputado estadual Londres Machado (PR), que está na Assembleia Legislativa há 44 anos - são 11 mandatos consecutivos - e ocupou a presidência da Casa sete vezes. “Minha aliança é com partidos de centro e de esquerda. Londres é liderança forte na região sul do Estado, agrega politicamente. Mostra que estou preocupado com a governabilidade, já que tem boa relação com a Assembleia”, diz Delcídio. O nome do candidato do PT chegou a ser citado em denúncias de fraude na CPI da Petrobrás. “As acusações não têm fundamentação, são inconsistentes e não houve repercussão”, afirma Delcídio.

As pesquisas parecem dar razão. Segundo números divulgados ontem pelo Ibope, Delcídio tem 42% das intenções de voto, ante 23% de Azambuja e 16% do ex-prefeito de Campo Grande Nelson Trad Filho (PMDB). O cenário levaria a uma vitória no 1.º turno.

“Há um cansaço com o PMDB no Estado, sinalizado desde a eleição para prefeito de Campo Grande em 2012”, diz Delcídio, lembrando o fato de o PMDB ter perdido a prefeitura após 20 anos no poder.

O atual governador André Puccinelli (PMDB), que tem a maior aprovação entre os governadores do País (58% entre ótimo e bom, segundo o Ibope) atua de forma tímida na campanha do peemedebista, o que foi interpretado como apoio informal a Delcídio. “Isso é coisa da oposição. O governador é muito partidário, defende a nossa candidatura, faz reuniões fora do expediente e participa de programas de TV”, diz Trad Filho. Delcídio lembra que, apesar da boa relação com Puccinelli, o governador de Mato Grosso do Sul tem candidato do partido e trabalha por ele. Procurado, Puccinelli não quis dar entrevista. Azambuja tenta se apresentar como terceira via, uma vez que PMDB e PT vêm se alternando no poder estadual. Mas o PSDB em Mato Grosso do Sul foi aliado dos peemedebistas no âmbito estadual até dois anos atrás e tentou se coligar com os petistas para a disputa de outubro.

O PSDB fez parte da base de apoio que elegeu Puccinelli em 2006 e o reelegeu em 2010. Em 2012, o partido rompeu com o PMDB e lançou Azambuja para a prefeitura de Campo Grande. Ele ficou em terceiro lugar na disputa municipal. Em 2014, PT e PSDB estaduais chegaram a acordo para uma coligação estadual, com Delcídio candidato ao governo e Azambuja, ao Senado. Mas a aliança foi vetada tanto pela direção nacional petista como pela tucana. Pecuarista, Azambuja é o segundo candidato mais rico do País, com patrimônio declarado à Justiça Eleitoral de R$ 37,8 milhões
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" Diferente do PT, não fizemos oposição ao Brasil", diz Aécio

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Segundo Aécio, seu estilo de fazer política não envolve ataques pessoais, o quer não quer dizer que não tenha sido contundente na oposição

Publicação: 26/09/2014 12:01 Atualização: 26/09/2014 12:09

São Paulo - O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, negou nesta sexta-feira, em entrevista à Rádio BandNews, que tenha faltado firmeza em sua atuação como parlamentar de oposição ao governo Dilma Rousseff. Segundo Aécio, seu estilo de fazer política não envolve ataques pessoais, o quer não quer dizer que não tenha sido contundente na oposição. "Diferente do PT, nós não fizemos oposição ao Brasil", provocou.

Ao falar sobre o atual cenário eleitoral, Aécio disse que não quer ser presidente para "colocar um retrato na parede" e negou que haja desânimo com o resultado das últimas pesquisas. "Vou caminhar até o último dia dizendo que temos o melhor projeto para o Brasil", afirmou.

O tucano disse ainda que a candidatura de Marina Silva é "improvisada" e que não vê na adversária condições de resolver os problemas do país. Sem fazer crítica direta a Marina, Aécio lembrou que ela só se tornou candidata após o acidente que matou Eduardo Campos. "A outra candidata, não vejo como e com quem vai enfrentar os desafios que teremos pela frente", afirmou Aécio.

O candidato voltou a alfinetar Marina lembrando que, apesar do discurso de que escolherá os melhores para governar, administrou o Ministério do Meio Ambiente ao lado de petistas. "As pessoas do nosso primeiro time não estão disponíveis", afirmou.

Reforma política

Aécio afirmou ser o único candidato que tem propostas claras para uma reforma política. O tucano disse que suas adversárias se omitem em temas como a necessidade de redução de partidos políticos no Brasil e defendeu o retorno da cláusula de barreira, que limita o acesso das legendas sem representatividade a recursos e tempo de TV.

ONU

Aécio classificou também o discurso da última quarta-feira (24) da presidente Dilma Rousseff na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), como "um dos mais tristes episódios da política externa brasileira". Segundo o tucano, a adversária e candidata à reeleição utilizou a tribuna da ONU para fazer discurso eleitoral, "o que lhe gerou incredulidade aos que assistiam. Aécio considerou ainda "uma mancha na política externa" do país o fato de Dilma ter pregado o diálogo com o estado islâmico, ao contrário do bloco de países liderados pelos Estados Unidos. "Ela prega o diálogo com o estado islâmico que está decapitando pessoas, enquanto é preciso uma ação forte", afirmou.

Ainda sobre relações externas, Aécio reafirmou que, se eleito, mudará as relações com países vizinhos que "fazem vistas grossas" ao tráfico de drogas, permitindo, por exemplo, o cultivo de folha de coca. O candidato citou a Bolívia, como exemplo de país que é conivente com o tráfico e ainda recebe ajuda do governo brasileiro para o financiamento de obras.

Saúde

Indagado se iria rever o Mais Médicos, que tem a aprovação da população, Aécio afirmou que uma revisão do programa passaria pela renegociação com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) para o fim da discriminação dos cubanos. Essa discriminação, segundo ele, ocorre pelo fato de grande parte dos salários dos médicos cubanos ser repassada ao governo daquele país.

Aécio ironizou ainda o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que afirmou ontem que a delação do doleiro Alberto Youssef - alvo da Operação Lava Jato - não preocupa o governo. "Ao contrário do que disse o ministro da Justiça, tem muito petista sem dormir com a delação premiada", concluiu.
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Marina se reúne com lideranças evangélicas em SP

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Publicação: 26/09/2014 11:01 Atualização: 26/09/2014 11:30

São Paulo - A candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva, realiza nesta sexta-feira, em São Paulo, seu primeiro evento de campanha com lideranças evangélicas desde que assumiu a cabeça de chapa. Cerca de 200 pessoas aguardaram a candidata, que chegou pouco mais de uma hora atrasada. O pastor César Augusto, da Igreja Fonte da Vida, fez a abertura oficial. Disse que "a fonte de vida é Marina Silva" e ressaltou seu papel como lutadora, vinda do Acre. Falou brevemente que Marina terá capacidade de governar com o Congresso Nacional e depois fez uma breve oração.

Valnice Milhomens, da Igreja Nacional do Senhor Nacional do Senhor Jesus Cristo e ligada à Rede Sustentabilidade, projeto de partido de Marina, disse que o evento não era para fazer críticas ou demandas, mas para apoiá-la. O evento não está na agenda oficial da candidata. Segundo o coordenador de mobilização da campanha, que também é evangélico, Pedro Ivo, o encontro não foi divulgado pois foi marcado em cima da hora. "Alguns líderes convocaram essa reunião de ontem para hoje", afirmou. 

Estão presentes representantes de igrejas evangélicas de diversas orientações, de históricos a neopentecostais. Lideranças presentes consultadas pela reportagem disseram que não pedir votos em suas igrejas, mas orientarem os fiéis a escolherem candidatos que defendam valores cristãos, como ética e família. O pastor Lelis Washinton Marinhos, da comissão política da Congregação Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) - igreja da qual Marina é membro - também participa do evento. A CGADB pode optar por um apoio formal a alguma candidatura - em 2010, apoiou José Serra, do PSDB.

Desde que Marina assumiu a candidatura, a CGADB tenta uma aproximação com a candidata, já inclinada a apoiá-la. Lelis evita adiantar o provável desfecho do encontro de hoje. "A partir desse encontro abre-se uma porta importante", disse e informou que deve haver uma reunião com o comitê político nos próximos dias para definir se a congregação pode formalizar um apoio antes do primeiro turno ou se esperará o resultado das urnas em 5 de outubro.
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Aécio critica 'improviso' das propostas de governo de Marina Silva

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Candidato do PSDB cobra de Marina mais clareza nas propostas de governo na área econômica


Publicação: 01/09/2014 00:12 Atualização: 01/09/2014 07:48

Aécio bate-bola e conversa com atletas e artistas durante jogo promovido ontem pelo ex-jogador Zico  (Igo Estrela/Coligação Muda Brasil)
Aécio bate-bola e conversa com atletas e artistas durante jogo promovido ontem pelo ex-jogador Zico

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, cobrou nesse domingo da também candidata Marina Silva (PSB) uma posição clara sobre suas propostas de governo, especialmente em relação às políticas econômica e externa. O tucano classificou o programa da ex-senadora, divulgado na sexta-feira, como contraditório e disse mais uma vez que o Brasil não é para amadores. “O que é importante neste momento em que vamos tomar uma decisão dessa dimensão para o futuro do Brasil é que cada candidato diga com absoluta clareza o que pretende fazer lá adiante, em relação à política econômica e em relação à política externa. Não conheço ainda posições dela em relação à nossa política externa, em relação aos programas de transferência de renda; vamos aguardar que daqui até a eleição ela possa externar as suas posições”, disse Aécio, que participou ontem, no Rio de Janeiro, de um jogo de futebol organizado pelo ex-jogador Zico em apoio à candidatura tucana. 
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As propostas de Marina, Dilma e Aécio para pequenas empresas

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Veja o que os principais candidatos à presidência da república estão dizendo sobre pequenas empresas, empreendedorismo e inovação


Montagem/EXAME.com
Montagem Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves
São Paulo – Faltam pouco mais de dez dias para o primeiro turno das eleições 2014. Em meio a reviravoltas e debates, os principais candidatos apresentam suas ideias mais na TV do que em programas oficiais de governo. Entre os vários setores que tentam convencer, as pequenas empresas não poderiam ficar de fora.
De acordo com dados do IBGE de 2012, mais de 23 milhões de pessoas são consideradas empreendedoras, trabalhando por conta própria ou como empresário. Hoje, além de micro e pequenas empresas, existe a figura do Microempreendedor Individual, que permitiu que milhares de pessoas vivessem do empreendedorismo de forma legalizada.
As propostas para diminuir a burocracia, incentivar a inovação e melhorar o ambiente de negócios do país são algumas das apresentadas. Veja algumas das propostas que Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB), os três candidatos à presidência da república mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais.
Aécio Neves (PSDB)
O candidato do PSDB promete apoiar as universidades públicas e instituições de pesquisa. Para ele, o ensino de tecnologia deve incentivar o empreendedorismo e a solução de problemas do país. Em seu governo, pretende ainda apoiar incubadoras de empresas ligadas a universidades e ampliar as políticas públicas que estimulem o empreendedorismo. 
 
Aécio defende ainda a simplificação da carga tributária para pequenas empresas como uma de suas primeiras ações como presidente eleito. "Temos que conseguir melhores condições de competitividade focadas no micro e no pequeno empresário, que são os que mais empregam na economia brasileira”, disse durante compromisso de campanha. 
Dilma Rousseff (PT)
Na área de inovação, Dilma fala sobre “adotar políticas industrial, científica, tecnológica e agrícola para reduzir os custos de investimento e produção”. 
Uma das principais bandeiras eleitorais da candidata petista tem sido a ampliação do Simples Nacional. A ideia é criar uma “rampa de transição”, para que as empresas possam crescer sem precisar abandonar o regime simplificado de uma vez. “Isso vai permitir que empresas estejam mais robustas quando tiverem que enfrentar outros sistemas tributários”, disse.
Marina Silva (PSB)
A candidata Marina Silva, do PSB, prometeu ampliar os investimentos públicos em inovação, chegando a representar cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, a candidata prometeu aumentar os estímulos para a criação de parques científicos e tecnológicos atraindo mais investimento privado, tanto nacional quanto internacional.
Em seu programa de governo, Marina cita o empreendedorismo como meio de desenvolvimento tanto de jovens quanto de mulheres. “O empreendedorismo pode ser o caminho de saída de programas sociais e de conquista de melhores condições de vida”, diz o programa. A candidata fala ainda em criar incubadoras em parceria com os municípios e estimular os programas de microempreendimentos.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Pesquisa Eleitoral para Presidente

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Atualizado em 24/09/2014

Intenções de Voto para Presidente - Vox Populi

Neste levantamento, a presidente Dilma cresceu quatro pontos percentuais e se distanciou um pouco mais da segunda colocada, Marina Silva, que desceu cinco pontos percentuais.

Pesquisa Vox Populi 23/Set/2014

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Aécio critica ataques de Dilma contra Marina Silva

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Senador tucano disse que não entra "no vale tudo para ganhar eleição"

11/09/2014 | 17h34
Aécio critica ataques de Dilma contra Marina Silva José Paulo Lacerda/Divulgação CNI
Candidato disse que não entraria no "vale tudo para ganhar a eleição"Foto: José Paulo Lacerda / Divulgação CNI
O presidenciável do PSDB, senador Aécio Neves (MG), criticou nesta quinta-feira os ataques feitos pela campanha da presidente Dilma Rousseff contra Marina Silva (PSB). A socialista está à frente do tucano nas pesquisas de intenção de voto, mas Aécio afirmou que não entra "no vale tudo para ganhar eleição".
— Não faço a ela (Marina) qualquer acusação do ponto de vista pessoal. Acho absolutamente inaceitável o tipo de acusação que ela recebe hoje da presidente Dilma. Não entro nesse campo, entro no campo político — declarou, referindo-se a programas da campanha do PT como o que comparou a socialista aos ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor.
Com relação ao "campo político", Aécio fez questão de pontuar o que considera incoerências do discurso adotado por Marina na atual campanha eleitoral em relação a sua postura diante de uma série de temas. 

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— É preciso que saibamos, por exemplo, que a Marina candidata é a que abraça o agronegócio ou a aquela que propunha a proibição do cultivo de transgênicos no País. É a Marina que hoje defende a política econômica do PSDB, inclusive indo além do que imaginamos adequado como a autonomia do Banco Central, ou é a Marina que no PT lá atrás combateu o Plano Real e votou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal — disse.
O senador também voltou a associar Marina ao PT, numa tentativa de se posicionar como "a mudança verdadeira em relação a tudo isso que está aí".
— Vejo muitas semelhanças hoje no discurso da candidata Marina, que respeito pessoalmente, com o discurso da candidata Dilma quatro anos atrás. Até porque conviveram muito tempo juntas no próprio PT — salientou.
Arrecadação
O fato de aparecer em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, segundo Aécio, não representou queda na arrecadação de sua campanha. Ele disse que caso isso tenha ocorrido, não foi "avisado". Mas frisou que sua campanha "não é rica", mas "vai bem" e será feita "dentro do planejado". E, apesar de ter arrecadado mais que o dobro da candidatura de Marina Silva, afirmou que "as doações estão indo de forma muito vigorosa para as outras candidaturas".
De acordo com a segunda parcial da prestação de contas à Justiça Eleitoral, a campanha tucana arrecadou R$ 42 milhões, contra R$ 19 milhões arrecadados pelo PSB. Mesmo somados, os valores não chegam à metade dos R$ 123 milhões arrecadados até o momento pela campanha pela reeleição da presidente Dilma Rousseff.
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Para Dilma, Marina tem levado para o lado pessoal os questionamentos a seu programa de governo

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Presidente declarou neste domingo que "quem se acha coitadinha não pode ser presidente da República"

14/09/2014 | 17h05
Para Dilma, Marina tem levado para o lado pessoal os questionamentos a seu programa de governo Foto: Ichiro Guerra / Divulgação/
Foto: Foto: Ichiro Guerra / Divulgação
A presidente Dilma Rousseff chamou neste domingo a candidata à presidência da República, Marina Silva, de "coitadinha" ao ser questionada sobre os recentes embates que tem tido com a adversária. Para Dilma, Marina tem levado para o lado pessoal os questionamentos a seu programa de governo. 

– Quem se acha coitadinha não pode ser presidente da República – afirmou em entrevista no Palácio da Alvorada.

A presidente disse ter ficado indignada com as críticas de Marina à gestão do PT na Petrobras e lembrou que a concorrente foi do partido durante 27 anos, dos quais boa parte pertenceu à bancada petista no Congresso e à equipe de ministros do ex-presidente Lula. 

Dilma tem 39%, Marina, 31%, e Aécio, 15%, segundo Ibope/CNIMarina rebate críticas do PT e lembra apoio a Lula
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– Ser presidente é aguentar críticas e pressão todos os dias. Tem que ter coluna vertebral. Quem leva críticas para o lado pessoal não vai ser boa presidenta – alfinetou.

Dilma deu as declarações após fazer um pronunciamento à imprensa sobre o Programa Ciência sem Fronteiras. Ela tem adotado a prática de conceder entrevistas coletivas, no Alvorada, sempre que não tem agenda pública de campanha.

 Maranhão
A presidente foi questionada a respeito da situação do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que foi citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, durante depoimento de delação premiada, como um dos beneficiados no escândalo de pagamento de comissão da estatal. Questionada se ela teria dado apoio nesta semana ao candidato de oposição a Lobão no Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em razão do escândalo, Dilma explicou que mandou fotografias suas ao lado de Dino porque ele a apoia e não comentou o caso do ministro com a Petrobras. Apesar de Dilma ter confirmado apoio a Flávio Dino na disputa pelo governo do Maranhão, o PT entrou formalmente na coligação de Lobão Filho no Estado e faz oposição a Flávio.

Nessa quinta-feira, uma reportagem de O Estado de S.Paulo mostrou que o comitê de campanha de Flávio Dino em São Luís recebeu adesivos estampados com foto da presidente Dilma ao lado do candidato do PCdoB. Segundo a presidente, os adesivos foram enviados porque Dino a apoia.
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Em horário eleitoral, Lasier Martins se rende a brincadeiras com choque

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Pegadinha sobre episódio ocorrido durante transmissão de TV na Festa da Uva já motivou o candidato a registrar ocorrência policial

15/09/2014 | 10h34
Em horário eleitoral, Lasier Martins se rende a brincadeiras com choque Reprodução You Tube/Reprodução
Jornalista levou choque durante transmissão da Festa da UvaFoto: Reprodução You Tube / Reprodução
Candidato do PDT ao SenadoLasier Martins fez do limão uma limonada. Se antes o jornalista se mostrava incomodado com as brincadeiras a respeito do choque elétrico levado durante uma transmissão de TV na Festa da Uva, agora ele busca tornar o episódio um aliado.
A mudança de postura surgiu em sua propaganda eleitoral, a menos de um mês das eleições, na qual trava uma disputa acirrada com Olívio Dutra (PT).
— Estamos combinados. Eu levo na brincadeira as piadas sobre o choque elétrico e você leva a sério as minhas propostas para o Senado: choque na saúde, choque na educação, choque no desperdício do dinheiro público — disse o pedetista durante propaganda eleitoral, veiculada na manhã desta segunda-feira.
O vídeo se tornou sucesso após ser publicado no YouTube, espalhado pelas redes sociais e ter inspirado vários memes (um deles, inclusive, chegou a ser publicado no perfil do Gabinete Digital no Twitter). Cansado de enfrentar quem tenta constrangê-lo, Lasier trocou a estratégia de forma surpreendente — há 10 dias, a tentativa de um grupo de jovens de fazer uma pegadinha motivou o candidato aregistrar ocorrência policial.
*Zero Hora
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sábado, 13 de setembro de 2014

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Aécio espera que pesquisas da semana que vem apontem recuperação de sua candidatura

Tucano ocupa uma distante terceira posição na preferência do eleitorado
Reuters
Aécio Neves está na terceira posição na preferência do eleitoradoBruno Magalhães/11.09.2014/Divulgação
O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, espera que as pesquisas de intenção de voto a serem divulgadas na semana que vem apontem uma recuperação de sua candidatura, atualmente em uma distante terceira posição na preferência do eleitorado.
Em sabatina à RedeTV e ao portal iG na sexta-feira (12), o tucano também defendeu uma reforma política que acabe com a "farra" da criação de partidos e alfinetou a candidata do PSB, Marina Silva, por buscar a criação de mais uma legenda, a Rede Sustentabilidade.
— Eu tenho um projeto para o Brasil e é esse projeto que estará no segundo turno. Não tenha dúvida de que essa movimentação já começa a acontecer e na semana que vem eu espero que as pesquisas já comecem a sinalizar nessa direção.
Atualmente, Aécio aparece bem atrás de Marina e da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, que disputam a liderança.
O tucano defendeu uma reforma política que inclua uma cláusula de barreira para reduzir o número atual de partidos, considerado exagerado por ele, e o voto distrital misto.
— Eu estou tendo a coragem de dizer que eu quero acabar com essa farra de criação de partidos políticos.
O candidato também afirmou que atualmente 32 legendas estão disputando as eleições, outras quatro estão com pedido de registro junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e mais 22, de acordo com ele, estão "a caminho".
— A candidata Marina, ao contrário, quer criar um para ela, inclusive. Quer criar o seu, e não fala em diminuir o número de partidos.
Aécio voltou a criticar o governo Dilma pelas denúncias de corrupção na Petrobras e reiterou que, se for derrotado nas urnas, o PSDB estará na oposição ao próximo governo, seja ele qual for.
— Nós temos duas alternativas. Ou ganhamos as eleições e vamos governar o Brasil, e é a alternativa que eu prefiro e vou lutar por ela, ou perderemos as eleições — se essa for a decisão dos brasileiros e espero que não seja-- e vamos para a oposição. Quem decide o papel do partido político é o povo... Se nós perdermos as eleições, vamos para a oposição a quem ganhar.
Marina tem dito que, se eleita, governará com "os bons" de cada partido, citando, inclusive, nomes do PT e do PSDB, como o do ex-governador de São Paulo José Serra.
Fim das desonerações
Na sabatina, Aécio garantiu ainda que se vencer as eleições acabará com as "desonerações pontuais" feitas pelo governo Dilma, segundo ele, para atender "aos amigos do rei".
— Como estão sendo feitas (as desonerações), sim (serão cortadas). Até porque não trouxeram resultado algum na busca pela retomada do crescimento", afirmou o tucano, acrescentando que quer "juro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para o conjunto da economia.
Indagado sobre três cortes de gastos que faria caso eleito, até mesmo para cumprir promessas de campanha como a ampliação e a criação de novos programas sociais, Aécio se esquivou de responder diretamente, mas garantiu que as propostas serão concretizadas acompanhando o quadro fiscal.
— Todas as nossas propostas serão implementadas, obviamente, a partir do espaço fiscal que houver para fazer.

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Ibope aponta Dilma oito pontos à frente de Marina

Presidente tem 39%, e ex-senadora, 31%; última pesquisa Ibope indicava diferença de 4 pontos
Bruno Lima, do R7, em Brasília
Ibope confirma empate técnico entre Dilma e Marina no 2º turnoIchiro Guerra/Divulgação
A presidente Dilma Rousseff tem 39% das intenções de voto na corrida presidencial, segundo pesquisa Ibope divulgada na manhã desta sexta-feira (12) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). Em segundo lugar na pesquisa, a ex-senadora Marina Silva tem 31%, e é seguida pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que aparece com 15%.
O levantamento aponta ainda um percentual de 8% de votos brancos e nulos — outros  5% dos entrevistados não sabem em quem votar ainda ou não responderam. 
O Ibope entrevistou 2.202 pessoas entre os dias 5 e 8 de setembro em 144 municípios. A pesquisa foi contratada pela CNI e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-00593/2014.
Na última pesquisa realizada pelo Ibope, contratada pelo jornal O Estado de S.Paulo e pela Rede Globo e divulgada no começo do mês, Dilma estava com 37%, enquanto a candidata do PSB tinha 33% das intenções de voto — ou seja, a diferença entre as duas subiu quatro pontos e chegou a oito. Aécio permaneceu com os mesmos 15% desde a última pesquisa.
No cenário de segundo turno entre Dilma e Marina, a pesquisa registrou empate técnico, com 43% para Marina e 42% para Dilma. O resultado confirma as últimas pesquisas de intenção de voto sobre a corrida presidencial. Na última quarta-feira (10), pesquisa Datafolha também apontava empate técnico entre as duas candidatas no segundo turno. O mesmo resultado foi apontado por pesquisa CNT/MDA um dia antes.
Na simulação no segundo turno entre os candidatos Aécio e Dilma, a presidente venceria as eleições com 48% dos votos eo senador tucano ficaria com 33%. No cenário da disputa entre Aécio e Marina, a ex-ministra do Meio Ambiente ganharia a disputa com 51% dos votos contra 27%. 
Rejeição
A pesquisa aponta que Dilma tem a maior taxa de rejeição — baseada no percentual dos que disseram que não votam nela de jeito nenhum. No caso da presidente, 42% não votaruam em Dilma de forma nenhuma. Aécio aparece em segundo no quesito rejeição, com 35%. Marina é a terceira, com 26%.
De acordo com o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, há uma melhora geral na avaliação do governo em relação à junho.
— Na questão eleitoral, os dados acompanham o resultado das últimas pesquisas que foram divulgadas, mostrando uma certa estabilidade. Você vê a presidente Dilma bastante estável, no mesmo patamar que ela estava há cerca de dois meses. A candidata Marina também. E o candidato Aécio Neves foi o que mais perdeu os percentuais quando a Marina entrou na disputa. Mas, nas últimas duas pesquisas realizadas pelo Ibope, [Aécio] manteve na mesma posição.
De acordo com Fonseca, uma grande parte dos indecisos (que estão em 5%) também respondeu que considera o atual governo como regular ou ruim. O analista diz que "as pessoas mudam de opinião" e "qualquer fato político, qualquer propaganda nova, as pessoas podem mudar de ideia".
Você assiste ao horário eleitoral? Veja como os eleitores escolhem seus candidatos:
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