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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Delcídio lidera em MS 'omitindo' o PT

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Petista é candidato ao governo do Mato Grosso do Sul omitindo as cores do partido

Publicação: 26/09/2014 09:19 Atualização: 26/09/2014 09:33

São Paulo - Líder nas pesquisas para governador em Mato Grosso do Sul, o senador Delcídio Amaral (PT) omite as cores do PT no horário eleitoral e nas principais peças da campanha. O candidato construiu uma aliança com 12 partidos em um Estado no qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff nunca foram os mais votados ao Planalto.

Na TV e nos panfletos, a candidatura de Delcídio foge do vermelho e adota o azul e o verde, presentes na bandeira do Estado. “Fazemos campanha olhando identidade programática de outros partidos da nossa chapa. O material impresso do PT é vermelho, mas o do PR é azul e do PV, verde”, justifica o candidato.

Delcídio não é um petista de longa data - filiou-se em 2001, a convite do então governador Zeca do PT - nem tem história no sindicalismo como o anfitrião no partido. O senador afirma que nunca se filiou a outros partidos - ele chegou a assinar ficha de filiação ao PSDB, mas seu ingresso não foi homologado. Delcídio ocupou cargos em estatais no governo Fernando Henrique Cardoso, depois de ser ministro de Minas e Energia na reta final da gestão Itamar Franco.

Os adversários de Delcídio aproveitam para criticar o candidato do PT por “esconder” seu partido. “Ele reciclou as cores e não tem falado sobre o partido na TV. Não sei se está envergonhado”, provoca o deputado Reinaldo Azambuja, que disputa o governo pelo PSDB. Zeca do PT, que levou Delcídio ao partido, hoje é candidato a deputado federal. Ele não aparece no programa eleitoral fora do espaço destinado aos candidatos a uma vaga na Câmara.

Para vice, Delcídio escolheu uma figura controvertida em Mato Grosso do Sul, o deputado estadual Londres Machado (PR), que está na Assembleia Legislativa há 44 anos - são 11 mandatos consecutivos - e ocupou a presidência da Casa sete vezes. “Minha aliança é com partidos de centro e de esquerda. Londres é liderança forte na região sul do Estado, agrega politicamente. Mostra que estou preocupado com a governabilidade, já que tem boa relação com a Assembleia”, diz Delcídio. O nome do candidato do PT chegou a ser citado em denúncias de fraude na CPI da Petrobrás. “As acusações não têm fundamentação, são inconsistentes e não houve repercussão”, afirma Delcídio.

As pesquisas parecem dar razão. Segundo números divulgados ontem pelo Ibope, Delcídio tem 42% das intenções de voto, ante 23% de Azambuja e 16% do ex-prefeito de Campo Grande Nelson Trad Filho (PMDB). O cenário levaria a uma vitória no 1.º turno.

“Há um cansaço com o PMDB no Estado, sinalizado desde a eleição para prefeito de Campo Grande em 2012”, diz Delcídio, lembrando o fato de o PMDB ter perdido a prefeitura após 20 anos no poder.

O atual governador André Puccinelli (PMDB), que tem a maior aprovação entre os governadores do País (58% entre ótimo e bom, segundo o Ibope) atua de forma tímida na campanha do peemedebista, o que foi interpretado como apoio informal a Delcídio. “Isso é coisa da oposição. O governador é muito partidário, defende a nossa candidatura, faz reuniões fora do expediente e participa de programas de TV”, diz Trad Filho. Delcídio lembra que, apesar da boa relação com Puccinelli, o governador de Mato Grosso do Sul tem candidato do partido e trabalha por ele. Procurado, Puccinelli não quis dar entrevista. Azambuja tenta se apresentar como terceira via, uma vez que PMDB e PT vêm se alternando no poder estadual. Mas o PSDB em Mato Grosso do Sul foi aliado dos peemedebistas no âmbito estadual até dois anos atrás e tentou se coligar com os petistas para a disputa de outubro.

O PSDB fez parte da base de apoio que elegeu Puccinelli em 2006 e o reelegeu em 2010. Em 2012, o partido rompeu com o PMDB e lançou Azambuja para a prefeitura de Campo Grande. Ele ficou em terceiro lugar na disputa municipal. Em 2014, PT e PSDB estaduais chegaram a acordo para uma coligação estadual, com Delcídio candidato ao governo e Azambuja, ao Senado. Mas a aliança foi vetada tanto pela direção nacional petista como pela tucana. Pecuarista, Azambuja é o segundo candidato mais rico do País, com patrimônio declarado à Justiça Eleitoral de R$ 37,8 milhões
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" Diferente do PT, não fizemos oposição ao Brasil", diz Aécio

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Segundo Aécio, seu estilo de fazer política não envolve ataques pessoais, o quer não quer dizer que não tenha sido contundente na oposição

Publicação: 26/09/2014 12:01 Atualização: 26/09/2014 12:09

São Paulo - O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, negou nesta sexta-feira, em entrevista à Rádio BandNews, que tenha faltado firmeza em sua atuação como parlamentar de oposição ao governo Dilma Rousseff. Segundo Aécio, seu estilo de fazer política não envolve ataques pessoais, o quer não quer dizer que não tenha sido contundente na oposição. "Diferente do PT, nós não fizemos oposição ao Brasil", provocou.

Ao falar sobre o atual cenário eleitoral, Aécio disse que não quer ser presidente para "colocar um retrato na parede" e negou que haja desânimo com o resultado das últimas pesquisas. "Vou caminhar até o último dia dizendo que temos o melhor projeto para o Brasil", afirmou.

O tucano disse ainda que a candidatura de Marina Silva é "improvisada" e que não vê na adversária condições de resolver os problemas do país. Sem fazer crítica direta a Marina, Aécio lembrou que ela só se tornou candidata após o acidente que matou Eduardo Campos. "A outra candidata, não vejo como e com quem vai enfrentar os desafios que teremos pela frente", afirmou Aécio.

O candidato voltou a alfinetar Marina lembrando que, apesar do discurso de que escolherá os melhores para governar, administrou o Ministério do Meio Ambiente ao lado de petistas. "As pessoas do nosso primeiro time não estão disponíveis", afirmou.

Reforma política

Aécio afirmou ser o único candidato que tem propostas claras para uma reforma política. O tucano disse que suas adversárias se omitem em temas como a necessidade de redução de partidos políticos no Brasil e defendeu o retorno da cláusula de barreira, que limita o acesso das legendas sem representatividade a recursos e tempo de TV.

ONU

Aécio classificou também o discurso da última quarta-feira (24) da presidente Dilma Rousseff na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), como "um dos mais tristes episódios da política externa brasileira". Segundo o tucano, a adversária e candidata à reeleição utilizou a tribuna da ONU para fazer discurso eleitoral, "o que lhe gerou incredulidade aos que assistiam. Aécio considerou ainda "uma mancha na política externa" do país o fato de Dilma ter pregado o diálogo com o estado islâmico, ao contrário do bloco de países liderados pelos Estados Unidos. "Ela prega o diálogo com o estado islâmico que está decapitando pessoas, enquanto é preciso uma ação forte", afirmou.

Ainda sobre relações externas, Aécio reafirmou que, se eleito, mudará as relações com países vizinhos que "fazem vistas grossas" ao tráfico de drogas, permitindo, por exemplo, o cultivo de folha de coca. O candidato citou a Bolívia, como exemplo de país que é conivente com o tráfico e ainda recebe ajuda do governo brasileiro para o financiamento de obras.

Saúde

Indagado se iria rever o Mais Médicos, que tem a aprovação da população, Aécio afirmou que uma revisão do programa passaria pela renegociação com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) para o fim da discriminação dos cubanos. Essa discriminação, segundo ele, ocorre pelo fato de grande parte dos salários dos médicos cubanos ser repassada ao governo daquele país.

Aécio ironizou ainda o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que afirmou ontem que a delação do doleiro Alberto Youssef - alvo da Operação Lava Jato - não preocupa o governo. "Ao contrário do que disse o ministro da Justiça, tem muito petista sem dormir com a delação premiada", concluiu.
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Marina se reúne com lideranças evangélicas em SP

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Publicação: 26/09/2014 11:01 Atualização: 26/09/2014 11:30

São Paulo - A candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva, realiza nesta sexta-feira, em São Paulo, seu primeiro evento de campanha com lideranças evangélicas desde que assumiu a cabeça de chapa. Cerca de 200 pessoas aguardaram a candidata, que chegou pouco mais de uma hora atrasada. O pastor César Augusto, da Igreja Fonte da Vida, fez a abertura oficial. Disse que "a fonte de vida é Marina Silva" e ressaltou seu papel como lutadora, vinda do Acre. Falou brevemente que Marina terá capacidade de governar com o Congresso Nacional e depois fez uma breve oração.

Valnice Milhomens, da Igreja Nacional do Senhor Nacional do Senhor Jesus Cristo e ligada à Rede Sustentabilidade, projeto de partido de Marina, disse que o evento não era para fazer críticas ou demandas, mas para apoiá-la. O evento não está na agenda oficial da candidata. Segundo o coordenador de mobilização da campanha, que também é evangélico, Pedro Ivo, o encontro não foi divulgado pois foi marcado em cima da hora. "Alguns líderes convocaram essa reunião de ontem para hoje", afirmou. 

Estão presentes representantes de igrejas evangélicas de diversas orientações, de históricos a neopentecostais. Lideranças presentes consultadas pela reportagem disseram que não pedir votos em suas igrejas, mas orientarem os fiéis a escolherem candidatos que defendam valores cristãos, como ética e família. O pastor Lelis Washinton Marinhos, da comissão política da Congregação Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) - igreja da qual Marina é membro - também participa do evento. A CGADB pode optar por um apoio formal a alguma candidatura - em 2010, apoiou José Serra, do PSDB.

Desde que Marina assumiu a candidatura, a CGADB tenta uma aproximação com a candidata, já inclinada a apoiá-la. Lelis evita adiantar o provável desfecho do encontro de hoje. "A partir desse encontro abre-se uma porta importante", disse e informou que deve haver uma reunião com o comitê político nos próximos dias para definir se a congregação pode formalizar um apoio antes do primeiro turno ou se esperará o resultado das urnas em 5 de outubro.
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Aécio critica 'improviso' das propostas de governo de Marina Silva

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Candidato do PSDB cobra de Marina mais clareza nas propostas de governo na área econômica


Publicação: 01/09/2014 00:12 Atualização: 01/09/2014 07:48

Aécio bate-bola e conversa com atletas e artistas durante jogo promovido ontem pelo ex-jogador Zico  (Igo Estrela/Coligação Muda Brasil)
Aécio bate-bola e conversa com atletas e artistas durante jogo promovido ontem pelo ex-jogador Zico

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, cobrou nesse domingo da também candidata Marina Silva (PSB) uma posição clara sobre suas propostas de governo, especialmente em relação às políticas econômica e externa. O tucano classificou o programa da ex-senadora, divulgado na sexta-feira, como contraditório e disse mais uma vez que o Brasil não é para amadores. “O que é importante neste momento em que vamos tomar uma decisão dessa dimensão para o futuro do Brasil é que cada candidato diga com absoluta clareza o que pretende fazer lá adiante, em relação à política econômica e em relação à política externa. Não conheço ainda posições dela em relação à nossa política externa, em relação aos programas de transferência de renda; vamos aguardar que daqui até a eleição ela possa externar as suas posições”, disse Aécio, que participou ontem, no Rio de Janeiro, de um jogo de futebol organizado pelo ex-jogador Zico em apoio à candidatura tucana. 
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As propostas de Marina, Dilma e Aécio para pequenas empresas

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Veja o que os principais candidatos à presidência da república estão dizendo sobre pequenas empresas, empreendedorismo e inovação


Montagem/EXAME.com
Montagem Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves
São Paulo – Faltam pouco mais de dez dias para o primeiro turno das eleições 2014. Em meio a reviravoltas e debates, os principais candidatos apresentam suas ideias mais na TV do que em programas oficiais de governo. Entre os vários setores que tentam convencer, as pequenas empresas não poderiam ficar de fora.
De acordo com dados do IBGE de 2012, mais de 23 milhões de pessoas são consideradas empreendedoras, trabalhando por conta própria ou como empresário. Hoje, além de micro e pequenas empresas, existe a figura do Microempreendedor Individual, que permitiu que milhares de pessoas vivessem do empreendedorismo de forma legalizada.
As propostas para diminuir a burocracia, incentivar a inovação e melhorar o ambiente de negócios do país são algumas das apresentadas. Veja algumas das propostas que Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB), os três candidatos à presidência da república mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais.
Aécio Neves (PSDB)
O candidato do PSDB promete apoiar as universidades públicas e instituições de pesquisa. Para ele, o ensino de tecnologia deve incentivar o empreendedorismo e a solução de problemas do país. Em seu governo, pretende ainda apoiar incubadoras de empresas ligadas a universidades e ampliar as políticas públicas que estimulem o empreendedorismo. 
 
Aécio defende ainda a simplificação da carga tributária para pequenas empresas como uma de suas primeiras ações como presidente eleito. "Temos que conseguir melhores condições de competitividade focadas no micro e no pequeno empresário, que são os que mais empregam na economia brasileira”, disse durante compromisso de campanha. 
Dilma Rousseff (PT)
Na área de inovação, Dilma fala sobre “adotar políticas industrial, científica, tecnológica e agrícola para reduzir os custos de investimento e produção”. 
Uma das principais bandeiras eleitorais da candidata petista tem sido a ampliação do Simples Nacional. A ideia é criar uma “rampa de transição”, para que as empresas possam crescer sem precisar abandonar o regime simplificado de uma vez. “Isso vai permitir que empresas estejam mais robustas quando tiverem que enfrentar outros sistemas tributários”, disse.
Marina Silva (PSB)
A candidata Marina Silva, do PSB, prometeu ampliar os investimentos públicos em inovação, chegando a representar cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, a candidata prometeu aumentar os estímulos para a criação de parques científicos e tecnológicos atraindo mais investimento privado, tanto nacional quanto internacional.
Em seu programa de governo, Marina cita o empreendedorismo como meio de desenvolvimento tanto de jovens quanto de mulheres. “O empreendedorismo pode ser o caminho de saída de programas sociais e de conquista de melhores condições de vida”, diz o programa. A candidata fala ainda em criar incubadoras em parceria com os municípios e estimular os programas de microempreendimentos.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Pesquisa Eleitoral para Presidente

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Atualizado em 24/09/2014

Intenções de Voto para Presidente - Vox Populi

Neste levantamento, a presidente Dilma cresceu quatro pontos percentuais e se distanciou um pouco mais da segunda colocada, Marina Silva, que desceu cinco pontos percentuais.

Pesquisa Vox Populi 23/Set/2014

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Aécio critica ataques de Dilma contra Marina Silva

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Senador tucano disse que não entra "no vale tudo para ganhar eleição"

11/09/2014 | 17h34
Aécio critica ataques de Dilma contra Marina Silva José Paulo Lacerda/Divulgação CNI
Candidato disse que não entraria no "vale tudo para ganhar a eleição"Foto: José Paulo Lacerda / Divulgação CNI
O presidenciável do PSDB, senador Aécio Neves (MG), criticou nesta quinta-feira os ataques feitos pela campanha da presidente Dilma Rousseff contra Marina Silva (PSB). A socialista está à frente do tucano nas pesquisas de intenção de voto, mas Aécio afirmou que não entra "no vale tudo para ganhar eleição".
— Não faço a ela (Marina) qualquer acusação do ponto de vista pessoal. Acho absolutamente inaceitável o tipo de acusação que ela recebe hoje da presidente Dilma. Não entro nesse campo, entro no campo político — declarou, referindo-se a programas da campanha do PT como o que comparou a socialista aos ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor.
Com relação ao "campo político", Aécio fez questão de pontuar o que considera incoerências do discurso adotado por Marina na atual campanha eleitoral em relação a sua postura diante de uma série de temas. 

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— É preciso que saibamos, por exemplo, que a Marina candidata é a que abraça o agronegócio ou a aquela que propunha a proibição do cultivo de transgênicos no País. É a Marina que hoje defende a política econômica do PSDB, inclusive indo além do que imaginamos adequado como a autonomia do Banco Central, ou é a Marina que no PT lá atrás combateu o Plano Real e votou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal — disse.
O senador também voltou a associar Marina ao PT, numa tentativa de se posicionar como "a mudança verdadeira em relação a tudo isso que está aí".
— Vejo muitas semelhanças hoje no discurso da candidata Marina, que respeito pessoalmente, com o discurso da candidata Dilma quatro anos atrás. Até porque conviveram muito tempo juntas no próprio PT — salientou.
Arrecadação
O fato de aparecer em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, segundo Aécio, não representou queda na arrecadação de sua campanha. Ele disse que caso isso tenha ocorrido, não foi "avisado". Mas frisou que sua campanha "não é rica", mas "vai bem" e será feita "dentro do planejado". E, apesar de ter arrecadado mais que o dobro da candidatura de Marina Silva, afirmou que "as doações estão indo de forma muito vigorosa para as outras candidaturas".
De acordo com a segunda parcial da prestação de contas à Justiça Eleitoral, a campanha tucana arrecadou R$ 42 milhões, contra R$ 19 milhões arrecadados pelo PSB. Mesmo somados, os valores não chegam à metade dos R$ 123 milhões arrecadados até o momento pela campanha pela reeleição da presidente Dilma Rousseff.
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